domingo, 23 de agosto de 2015

PIRAPORA / MINAS GERAIS / BRAZIL -/ PORTAL DO RIO SÃO FRANCISCO / CIDADE PROGRESSO






BEM VINDO A CIDADE DE PIRAPORA. A CIDADE PROGRESSO. O PORTAL DO RIO SÃO FRANCISCO.
imagem - Jadir F.
 
PIRAPORA TEM 53.368 HABITANTES - IBGE 2010 -
QUEM NASCE EM PIRAPORA EH: PIRAPORENSE
A CIDADE FAZ ANIVERSÁRIO EM 01 DE JUNHO E FOI EMANCIPADA EM 1.912
ORIGEM DO NOME 
O topônimo de origem tupi significa “salto de peixe” ou “onde o peixe salta” - pira (peixe) e poré (salto).
HISTÓRIA
O São Francisco foi, durante o ciclo da mineração, importante meio de transporte para o abastecimento da região das minas. As mercadorias saíam da Bahia subindo o rio e, quando terminava o trecho navegável, seguiam por terra até os centros mineradores. A cidade nasceu justamente no ponto da baldeação, na margem direita do rio, a jusante da cachoeira de Pirapora.
Parte da tribo dos índios Cariris, em época remota, teria subido o Rio São Francisco. Movida pelo temor à aproximação dos brancos pelo litoral brasileiro e acossada pelas tribos vizinhas. Aportando na área hoje compreendida pelo município de Pirapora, fixaram-se defronte à corredeira, estabelecendo sua aldeia justamente no local onde atualmente situa-se a Praça Cariris, Centro. Foram sucessivamente chegando à localidade alguns poucos garimpeiros, pescadores, pequenos criadores de gado e aventureiros que, residindo em casinhas de enchimento, cobertas de palha de buriti, construídas segundo a influência indígena, se dedicavam às diversas atividades.
Em 1894, chegou ao local Joaquim Lúcio Cardoso e ali instalou armazéns para compra de algodão e venda de tecidos das fábricas dos Irmãos Mascarilhas, encontrando apenas, no então povoado de São Gonçalo de Pirapora, uma população ribeirinha de pescadores. Durante vários anos lutou aquele comerciante para conseguir a aportagem, em Pirapora, dos navios que já trafegavam no médio São Francisco. Atingido, finalmente, o objetivo, o Porto de Pirapora ficou aberto à navegação regular. Outro fator relevante para o desenvolvimento local foi a chegada dos trilhos da Estrada de Ferro Central do Brasil. A estação ferroviária foi inaugurada a 28 de maio de 1910.
AQUI O AEROPORTO DA CIDADE
imagem - Jadir F.
UMA EMPRESA
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ÁREA DE CAMPING
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CENTRO DE CONVENÇÕES
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CRECHE MUNICIPAL
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ESTAÇÃO FERROVIÁRIA
Inaugurado em 28 de maio de 1910, o prédio da Estação Ferroviária da Central do Brasil foi construído pelo engenheiro Demóstenes Rockert, estando edificado no terreno da antiga Fazenda Nova Estância. Doado pelo Coronel Caetano Mascarenhas, fazendo divisa à direita com a Rua Bahia, à esquerda com a Rua Reinaldo Guerra, frente com a Rua Major Santiago e fundos com o antigo terreno da Cia. Minasligas.
O prédio foi construído com o objetivo de sediar a administração do ramal ferroviário que havia sido implantado em Pirapora.
Visitar o prédio da Estação Ferroviária é fazer uma viagem de volta ao tempo em que o transporte ferroviário, juntamente com o hidroviário, ligava os habitantes das regiões Nordeste e Sudeste, via Pirapora.
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imagem - Samuel Marcos
MATRIZ DE SÃO SEBASTIÃO
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CONHEÇA AGORA UM POUCO MAIS DA CIDADE DE PIRAPORA
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imagem - Tino Koschinski
imagem - Gilberto Brito
imagem - Gilberto Brito
 imagem - José Gustavo A. Murta
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imagem - Arthur Freer
imagem - Gilberto Brito
imagem - Davidson Araújo
imagem - Lui de Zezin
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imagem - Jadir F.
ORELHÃO
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VAPOR GUIMARÃES
Construído em 1913, nos EUA, pela empresa James Rees & Com., o Vapor Benjamim Guimarães navegou no rio Mississipi e, posteriormente, em rios da Bacia Amazônica. Na segunda metade da década de 20, a firma Júlio Guimarães adquiriu a embarcação e a montou no porto de Pirapora, recebendo o nome de "Benjamim Guimarães", uma homenagem ao patriarca da família proprietária da firma. A partir de então o vapor passou a realizar contínuas viagens ao longo do Rio São Francisco e em alguns dos seus afluentes.
O Benjamim Guimarães possui três pisos: no primeiro, encontra-se a casa de máquinas, caldeira, banheiros e uma área para abrigar passageiros. No segundo, estão instalados 14 camarotes e no terceiro, um bar e área coberta. O Benjamim Guimarães é o último exemplar movido a lenha existente no mundo. Tem capacidade para 140 pessoas, entre tripulantes e passageiros e consome 01 m³ de lenha por hora. De acordo com as normas de segurança da Marinha, nas atuais condições em que se encontra, o Vapor está autorizado a navegar na chamada área 01: rio, lago e correnteza que não tenham ondas ou ventos fortes.
   Hoje, o Benjamim Guimarães faz rotineiramente passeios públicos aos domingos, a partir das 9 horas, sempre lotado de turistas, principalmente. Passeios esporádicos são feitos também aos sábados e durante os dias da semana, conforme contratos de aluguel que são feitos com empresas e agências de viagens, tornando-se um dos principais atrativos turísticos de toda a região do Norte de Minas.
imagem -  Pedro Rezende
imagem - Montanha
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PONTE MARECHAL HERMES
Nas primeiras viagens dos trens da Central do Brasil, em 1910, os vagões de carga trouxeram um considerável volume de material para a construção de uma ponte sobre o Rio São Francisco.
A construção da ponte estava vinculada ao antigo projeto de ligar por ferrovia o Rio de Janeiro a Belém do Pará
A Ponte Marechal Hermes – “Ponte Velha”, tem 694 metros de comprimento em 14 vãos, sendo os 10 centrais de 55 metros e os 04 marginais de 36 metros cada. A sua largura total é de 8 metros, com 02 passeios laterais de 02 metros de largura. Seu peso é de 723 toneladas. Atualmente, a ponte é utilizada para o tráfego de veículos, de ciclistas e de pedestres, local de onde pode ser contemplada a beleza natural do “Velho Chico”.
imagem - PMP
imagem - Pedro Rezende
imagem - Paulo Noronha
imagem - José Gustavo A. Murta
CARRANCAS
A presença de carrancas nas embarcações do São Francisco surgiu a pouco mais de um século. Pois datam de 1888 as primeiras referências a elas, em obras de Antônio Alves Câmara e de Durval Vieira de Aguiar.
A origem das carrancas parece ter por base interesses eminentemente comercial.  
Os carranqueiros de Pirapora perpetuam, através da arte de talhar a madeira, a história e a cultura dos povos ribeirinhos. As carrancas confeccionadas no município transmitem a singularidade do folclore barranqueiro e é levado a todos os cantos do mundo pelo barco "Calypso" do cientista Jackes Cousteau (in-memória) que, em uma de suas expedições ao Brasil, adquiriu uma carranca confeccionada por Davi José Miranda Filho – “Mestre Davi”.
A sobrevivência da arte carranqueira em Pirapora é preservada pelos artistas da Casa do Artesão Raimundo Boaventura Leite – “Dedeco”, instalada na Av. Jefferson Gitirana, Bairro Santos Dumont, local em que os turistas encontrarão carrancas, figuras de animais, santos e outros objetos de madeira.
imagem - PMP
imagem - PMP
imagem - Montanha
CACHOEIRAS
Do outro lado do rio São Francisco, em sua margem esquerda, Pirapora oferece aos turistas, principalmente, uma série de cachoeiras espetaculares para momentos de intenso lazer e entretenimento. São quedas d’águas de rara beleza, algumas delas com mais de 30 metros de altura, incrustradas em áreas onde bonitas veredas tornam-se também cartão postal para turistas. O rio São Francisco com suas corredeiras, além dos rios do Sono, Paracatu, Formoso e as belas e cinematográficas cachoeiras distribuídas em áreas próximas convidam especialmente os amantes do turismo ecológico. Sem contar que o turismo rural ainda oferece belos passeios a cavalo e/ou caminhadas por trilhas, visitando veredas e cachoeiras e também outros pontos turísticos do vizinho município de Buritizeiro. Todo esse potencial faz da região de Pirapora um belo convite àqueles que querem se divertir através do ecoturismo e registrar com fotos momentos de intensa beleza natural.
imagem - Jadir F.
imagem - Jadir F.
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RIO SÃO FRANCISCO
O São Francisco conduz em seu leito um universo de informações preciosas sobre a história do Brasil, protagonizada por índios, tropeiros, mineradores, bandeirantes, salteadores, remeiros e ribeirinhos. No passado, era do grande rio que os índios tiravam seu sustento e construíam sua cultura. As marcas destes tempos pré-históricos ficaram registradas por toda à parte, em vários sítios arqueológicos como nas cavernas do Vale do Peruaçu - em Januária, ou no Cemitério da Caixa d´Água, na vizinha cidade de Buritizeiro. Tudo isso em meio a uma paisagem rica e diversificada que, embora ameaçada, ainda se encontra protegida em alguns parques e reservas ecológicas.
imagem - Jadir F.
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ESTE EH O BRASÃO DO MUNICÍPIO
VALEU PELA VISITA. SEMPRE VOLTE

APAIXONE-SE

PARACATU / MINAS GERAIS / BRAZIL -/ TURISMO ECOLÓGICO COM CACHOEIRAS, GRUTAS E MONTANHISMO







BEM VINDO A CIDADE DE PARACATU. HISTÓRICA E CULTURAL. CIDADE NATAL DE AFONSO ARINOS
imagem - Revoredo

PARACATU TEM 84.718 HABITANTES - IBGE 2010 -
QUEM NASCE EM PARACATU EH: PARACATUENSE
A CIDADE FAZ ANIVERSÁRIO EM 20 DE OUTUBRO E FOI FUNDADA EM 1.728
ORIGEM DO NOME
"Paracatu" é um termo de origem tupi que significa "rio bom", através da junção dos termos "Pará" ("rio") e "Katu" ("bom")
Paracatu pertence ao seleto grupo das dez cidades nacionalmente tombadas em Minas Gerais, o que a coloca no patamar de um dos municípios mineiros mais ricos culturalmente e patrimonialmente, sendo integrante também da Associação das Cidades Históricas de Minas Gerais.
HISTÓRIA
Em 1744 os bandeirantes Felisberto Caldeira Brant e José Rodrigues Frois comunicaram à coroa o descobrimento das minas do vale do Paracatu. Existem indícios de que o arraial já havia sido fundado muitos anos antes, pois a essa época já se tem conhecimento da existência de casas de morada e igrejas no local. Após essa descoberta, não surgiu no cenário das Gerais nenhuma nova região aurífera de importância. Portanto, “A última grande descoberta aurífera das Minas Gerais ocorreu no Vale do Rio Paracatu no início do século XVIII”.
A conquista da região vinha sendo estruturada há muitos anos. Em 1722, quando Tomás do Lago Medeiros recebeu a patente de Coronel de Paracatu, o direito de guardamoria e o privilégio de distribuição das datas de terras desta região, o ouro não havia sido descoberto, mas a região já era conhecida e havia a expectativa da descoberta de metais preciosos por ali. Em documento datado de 1722, era exigido dele como contrapartida pelos privilégios recebidos, zelar pela boa composição do povoamento a ser estabelecido nestas paragens:
Descoberto o ouro, a atração exercida pela abundância com que este fluía de seus veios d’água contribuiu para o rápido crescimento do Arraial de São Luiz e Sant’Anna das Minas do Paracatu. Após período de grande crescimento, o arraial foi elevado a vila com o nome de Paracatu do Príncipe, em 1798, por um alvará de D. Maria (a louca).
AQUI UM PONTO DE ÔNIBUS
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QUILOMBOS
Os quilombos paracatuenses são considerados uns dos mais importantes de Minas Gerais. Eles são dotados de elementos únicos, os diferenciando dos demais.
Tais comunidades, segundo documentário feito pelo IAB (Instituto de Arqueologia Brasileira) juntamente com o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) se subdividem em alforriadas e fugitivas as quais tem grande relevância quanto à constituição étnica da população paracatuense, que em sua maioria é afro-descendente. Recentemente elas vêm sendo foco de estudos antropológicos, sociológicos e históricos.
Em três deles há espaço aberto para a visitação de turistas (o quilombo de São Domingos, São Sebastião e o da Lagoa de Santo Antônio). O dinheiro arrecadado com a atividade contribui para a manutenção e a preservação da identidade de tais povos e da proteção em relação às suas terras.
imagem - Wikipédia
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imagem - Paracatu Net
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TURISMO / CACHOEIRAS
O turismo ecológico também vem crescendo, à exemplo das cavernas e grutas de Santa Fé, e da série de cachoeiras da região do Prata, em especial a Grande Cachoeira do Prata. O eco-turismo, porém, só pode ser feito pelo auxílio de profissionais capazes, devido ao risco das atividades.
imagem -  Wikipédia
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imagem - Carlos A. Alves
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CACHOEIRA SARA ANA
Bem próxima à cidade, saindo pela MG-188, cerca 20 quilômetros em direção a Guarda-Mor e depois mais 10 em estrada de terra.
O casarão em estilo colonial é uma atração à parte. Tudo isso em meio à beleza da mata do cerrado e água em abundância.
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ÁRVORE
imagem - Carlos A. Alves
ARQUITETURA MODERNA
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CINEMA / TEATRO
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CORETO
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SEDE DO PODER EXECUTIVO - PREFEITURA -
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RUA CENTRAL
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PARCIAL
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BARRAGEM
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RIO PARACATU
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ACADEMIA DE LETRAS DO NOROESTE DE MINAS
Fundada em 25 de Julho de 1996, a Academia de Letras do Noroeste de Minas continua sendo, ao logo dos anos, um dos maiores patrimônios culturais de toda a região e conta atualmente com mais de 30 imortais. Entre os intelectuais que compõem a ALNM estão Maria José G. Santos (Zequinha), Tarzan Leão, Florival Ferreira, Nágela Caldas, Dom Leonardo, entre outros. Presidida atualmente por Coraci da Silva Neiva Batista, ocupante da cadeira número 4, a ALNM sobrevive de auxílios por parte do setor público, além da venda de livros lançados e de alguns apoios esporádicos da iniciativa privada.
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SESC
imagem - Revoredo
SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA
Já foi conhecida com a "Casa de Dona Beija", mas os historiadores contestam esta versão.
O importante é que essa construção valoriza e destaca a beleza do patrimônio histórico em Paracatu em particular no Bairro Santana.
imagem -  Paracatu Net
PARCIAL
imagem - Luiz Paulo Oliveira
LARGO DO ROSÁRIO / IGREJA NSª DO ROSÁRIO
Um dos mais tradicionais pontos turísticos da cidade, o Largo do Rosário é peça indispensável para quem quer conhecer Paracatu. Além da Igreja de Nossa Senhora do Rosário, outra grande atração da praça é um coreto, famoso palco de apresentações artísticas e manifestações culturais paracatuenses.
imagem -  Altemiro Olinto Cristo
imagem - Paracatu Net
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IGREJA DE SÃO SEBASTIÃO DO POUSO ALEGRE
No final do século XIX, o fazendeiro Imeliano Silva Neiva, um dos homens mais ricos do Noroeste Mineiro manda erguer uma igreja dentro de suas terras sob a invocação de São Sebastião, do qual era devoto. No local, além de construída a Igreja também foi separado um significativo espaço para a instalação de um Cemitério. A igreja de São Sebastião, com o passar do tempo, se tornou mais que espaço religioso de meditação, preces e ritos, mas um lugar de encontro e comemorações da comunidade do antigo Pouso Alegre.
Localizada no antigo vilarejo São Sebastião do Pouso Alegre, a 35 km de Paracatu e considerada Patrimônio Histórico Municipal desde março de 1958 pela Lei n° 406. A igreja centenária foi saqueada e hoje está em ruínas. Envolta em muitas lendas, alguns afirmam ter existido em seu interior obras de autoria do mestre Athaíde e uma imagem de São Sebastião com 1,5 metros de altura.
imagem -  Glaucio Henrique Chaves
MATRIZ DE SANTO ANTÔNIO
Sua construção deve ter sido iniciada em 1730. O frontispício é simples, lembrando as capelas do primeiro quartel do século XVIII. Ao corpo principal foram acrescentados dois corpos laterais mais baixos. “A ausência de torres sineiras no corpo da igreja, como a sua composição volumétrica, a aproxima da arquitetura religiosa goiana, fato explicável pelo povoamento da região estar vinculado à expansão paulista para os sertões de Goiás.” (IPHAN)
No seu interior, estão “sete altares de estilos diferentes, dos quais quatro inacabados. Os mais interessantes são os altares do arco-cruzeiro, em estilo D. João V” (Fundação João Pinheiro), provavelmente, os mais antigos do templo. Os trabalhos dos retábulos não sofreram influência da arte desenvolvida em Goiás.
Existem trabalhos em talha que não chegaram a ser policromados, como a balaustrada e o púlpito. O altar-mor pertenceu à igreja de Sant’Ana.
As principais festas realizadas na igreja são: a de Santo Antônio, o padroeiro; Semana Santa e Corpus Christi.
imagem - Revoredo
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A PRAÇA DA MATRIZ
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IGREJA DE SANTA MARIA
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MUSEU HISTÓRICO
O prédio que abriga foi construido em 1903, para funcionar o Mercado Municipal de Paracatu, ponto de distribuição e venda de produtos rurais, transportados para a zona urbana em carros de boi e em lombo de burros.
No decorrer dos anos sediou várias instituições, dentre elas a Prefeitura Municipal e a Secretaria de Educação.
A recuperação do prédio visou, além de recompor uma das construções que compõe o patrimônio histórico de Paracatu, estabelecer no referido local o Museu Histórico de Paracatu, ponto de atração turística e guardião do rico acervo da cidade:
- Máquina de projetar filmes do antigo Cine Paracatu, datado de 1954, movida a carvão.
- Amostras de rochas e de minerais de vários lugares do Brasil.
- Máquinas de tecelagem do século XIX.
- Algemas usadas em escravos (mão, pés e pescoço).
- Pente de ferro que os escravos usavam, em brasa viva,para alisar os cabelos.
- Fotos antigas interessantíssimas, doadas pelo paracatuense Virgílio Bijos.
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CHAFARIZ DE TRAIANA
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INTERIOR DA CAPELA DO CHAFARIZ DE TRAIANA
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CASA ONDE NASCEU AFONSO ARINOS
Casa onde nasceu, em 1º de maio de 1868, o escritor, jurista e jornalista paracatuense Afonso Arinos de Melo Franco. Filho de Virgílio de Melo Franco e Ana Leopoldina de Melo Franco, ocupou a cadeira 40 da Academia Brasileira de Letras, e é nacionalmente reconhecido por livros como 'Pelo Sertão' e 'Os Jagunços'.
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HOTEL FAZENDA
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CASA DE CULTURA
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Dos tempos de glória, a cidade conservou duas igrejas construídas no século XVIII – tombadas pelo patrimônio histórico – que abrigam uma grande coleção de imagens sacras dos séculos XVIII e XIX.
PASSINHO DA PAIXÃO
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SEDE DO PODER LEGISLATIVO - CÂMARA DE VEREADORES -
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FEIRA DA CACHAÇA DE RAPADURA
Acontece em julho, com a finalidade de divulgar as produções artesanais da cachaça de rapadura feita no município. O evento conta com mais de 20 barracas personalizadas. Também, durante a feira, são comercializadas comidas típicas da cidade.
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CONHEÇA O CENTRO HISTÓRICO DE PARACATU.
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imagem - Udelton da Paixão
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imagem - Edu Jung
imagem - Udelton da Paixão
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ESTE EH O BRASÃO DO MUNICÍPIO


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