quinta-feira, 19 de junho de 2014

ENGENHEIRO CALDAS / MG






SEJA BEM VINDO A CIDADE DE ENGENHEIRO CALDAS / A JOIA DO VALE DO RIO DOCE
AQUI A AVENIDA CENTRAL
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ENGENHEIRO CALDAS TEM 10.280 HABITANTES - IBGE 2010 -
QUEM NASCE EM ENGENHEIRO CALDAS EH : ENGENHEIRO CALDENSE
A CIDADE FAZ ANIVERSÁRIO EM 30 DE DEZEMBRO E FOI EMANCIPADA EM 1.962
ORIGEM DO NOME
Inicialmente povoado de Santa Bárbara. Posteriormente, passou a denominar-se Santa Bárbara de Tarumirim, e ao emancipar-se em 30 de dezembro de 1962, recebeu o topônimo de Engenheiro Caldas, em homenagem ao Dr. Felipe Moreira Caldas, engenheiro que participou da frente de trabalho para a construção da antiga Rio - Bahia (BR 116).
HISTÓRIA
A ocupação do território onde hoje é o município de Engenheiro Caldas pode ser entendida a partir da ocupação da região onde este está inserido: o Vale do Rio Doce.
Por volta de 1730, com o descobrimento de diamantes na região chamada de Distrito Diamantino, com sede no arraial do Tejuco (atual Diamantina) a Coroa declarou monopólio a extração de diamantes e ouro na região, estabelecendo, então, um controle rígido sobre a área, baseado no fisco e na ação repressora.
Após a época pombalina (1750-1777), ocorreram incursões no Vale do Rio Doce visando novas descobertas de jazidas de ouro, sendo alcançado o Cuieté em 1781, pelo então Governador da Capitania Dom Rodrigo José de Menezes (Conde de Cavaleiros).
Até o início do século XX, o Vale do Rio Doce permanecia amplamente coberto pelo complexo da Mata Atlântica. A efetiva ocupação da região somente se deu a partir de construção da Estrada de Ferro Vitória-Minas (EFVM). Iniciada em 1903 em Vitória, em 1910 chegava ao então pequeno entreposto comercial de Porto de Figueiras, hoje Governador Valadares.
E foi neste contexto, então, por volta de 1906, que uma caravana composta por doze homens, entre eles José Manoel, Francisco Manoel, Joaquim Manoel, Joaquim Domingos, chefiados por Joaquim da Silva (o Coronel Pião) adentrou o território, a procura de terras férteis. Esta incursão afastou-se das áreas já ocupadas, próximas às margens do Rio Doce, dando origem ao povoado que hoje é o município de Engenheiro Caldas.
A primeira construção no local foi um “barraco” ao final da antiga Rua Pedro Faria, hoje Rua Manoel Joaquim Ribeiro. A partir de então, os novos colonizadores iniciaram a ocupação do território, que se deu ao longo dos leitos do Córrego do Onça e do Córrego das Pedras, em área plana, rodeada por planícies onduladas que lhe dão um caráter de proteção natural.
AQUI UMA VISÃO GERAL DA CIDADE
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ROTATÓRIA
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RODOVIA
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NOVO BAIRRO
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PARCIAL
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RUA DO NOVO BAIRRO
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ZONA RURAL
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ENGENHEIRO CALDAS ENCRAVA NAS MONTANHAS DAS MINAS GERAIS
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AÉREA
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MATRIZ DE SANTA BÁRBARA
imagem - Altemiro Olinto Cristo
A MATRIZ NO CONTEXTO DA PRAÇA
imagem - Luziane Oliveira
A MATRIZ NO CONTEXTO DA CIDADE
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A PRAÇA
imagem - Luziane Oliveira
O LAGO
imagem - Rubinho Barroso
AO LONGE
imagem - Rubinho Barroso
AÉREA
imagem - PMEC
CAMPO DE FUTEBOL
imagem - PMEC
PARCIAL
imagem - Othellocato
PARCIAL
imagem - Othellocato
SEDE DA POLICIA MILITAR
imagem - PMEC
UNIDADE DE SAÚDE
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ENTORNO DA CIDADE
imagem - Rubinho Barroso
PROJETO TALENTOS 
imagem - Luziane Oliveira
A FONTE
imagem - João Ramalho Santos
ZONA RURAL
imagem - Rubinho Barroso
ENTORNO DA CIDADE
imagem - Rubinho Barroso
ESTA EH A BANDEIRA DA CIDADE
ESTE EH O BRASÃO DO MUNICÍPIO




DELFINÓPOLIS / MG






BEM VINDO A CIDADE COM A MAIOR DIVERSIDADE DE PAISAGENS DO BRAZIL. BEM VINDO A DELFINÓPOLIS / NO VALE DA BABILÔNIA. 
AQUI UMA VISTA GERAL DA CIDADE
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DELFINÓPOLIS TEM 6.830 HABITANTES - IBGE 2010 - 
QUEM NASCE EM DELFINÓPOLIS EH: DELFINOPOLITANO
A CIDADE FAZ ANIVERSÁRIO EM 17 DE DEZEMBRO E FOI EMANCIPADA EM 1.938
ORIGEM DO NOME
Em 1919, o seu nome foi modificado para Delfinópolis, em homenagem ao então governador do estado, Delfim Moreira da Costa Ribeiro.
HISTÓRIA
A região compreendida entre os ribeirões Extrema, Forquilha, Engano e o Rio Santo Antônio, localizada na margem direita do Rio Grande, constituía 3 sesmarias concedidas a Ambrósio Gonçalves Pacheco.
No início de século XVIII, Dona Violanta Luzia de São José, sua esposa, fez doação de 288 Hectares de terras virgens, localizadas à margem esquerda do Ribeirão Forquilha, para patrimônio de uma capela a ser levantada em honra do Divino Espírito Santo.
Nasceu assim o povoado denominado Espírito Santo da Forquilha, nome que tomou em homenagem ao padroeiro local e em face do ribeirão citado.
A designação de forquilha foi devida ao fato de o referido ribeirão, em sua confluência, realizar uma volta, em tudo parecida a uma forquilha.
Antes, presume-se que a região tenha sido habitada por indígenas das tribos Tupiniquins e Carijós.
Sabe-se que os primeiros habitantes do povoado foram, dentre outros, João Marques, Joaquim de Almeida e Justiniano de tal, de sobrenome desconhecido.
Estes foram os primeiros residentes.
Posteriormente, em 1871, Antônio Rodrigues descobriu terrenos auríferos no Rio Santo Antônio e veio desse fato um progresso mais acelerado para o povoado, que no mesmo ano passou a distrito, do município de Santa Rita de Cássia.
MATRIZ DO DIVINO ESPÍRITO SANTO 
imagem - Alexandre Bonacini
LATERAL DA MATRIZ
imagem - Alexandre Bonacini
O TRADICIONAL CORETO DA PRAÇA
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Delfinópolis é um dos locais com maior diversidade de paisagens do nosso país. Seus vales e serras formam incontáveis cenários de beleza única, repletos de cachoeiras, além do magnífico Lago da Represa Mascarenhas de Moraes (antiga Represa de Peixoto). É formada por uma cadeia de serras famosas, entre as quais, Branca, Preta, Babilônia, entre outras, consideradas pelos ecologistas que as visitam, maravilhas de um Santuário Ecológico. Em todas as suas serras, o turista se surpreende tanto com as paisagens vistas do alto de seus morros, quanto os vales, chapadões e planaltos, contornados por conjuntos hidrográficos riquíssimos. São inúmeras fontes termais, belíssimas cachoeiras e maravilhosas piscinas naturais. Há também o turismo rural, com passeios em fazendas, onde se pode ver de perto a tiragem do leite in natura a fabricação da pinguinha do alambique, saborear o legítimo queijo minas, doces caseiros e a comida no fogão da lenha.
SEDE DO PODER EXECUTIVO - PREFEITURA - 
imagem - Alexandre Bonacini
CACHOEIRAS
Delfinópolis conta com mais de 150 opções de cachoeiras espalhadas em meio a serras e vales, formando rios de águas cristalinas que compõem um cenário de rara beleza. As mais procuradas e famosas são a Cachoeira do Dr. Pinto, do Ézio, do Complexo do Claro, do Paraíso, estas são as mais próximas da cidade.
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imagem - Carlos A. Serafim
imagem - Alexandre Bonacini
imagem - Alexandre Bonacini
imagem - Marina Vachkovskaia
imagem - Alexandre Bonacini
COMPLEXO DO CLARO
imagem - Alexandre Bonacini
imagem - Alexandre Bonacini
AÉREA
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RUA CENTRAL
imagem - Alexandre Bonacini
RESTAURANTE 
imagem - Alexandre Bonacini
SAINDO PARA AS CACHOEIRAS
imagem - Alexandre Bonacini
SAINDO PARA LUQUINHA
imagem - Carlos A. Serafim
PRAÇA DA MATRIZ
imagem - Alexandre Bonacini
PRAÇA NUMA VISÃO MAIS AMPLA
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CENTRO DE APOIO AO TURISTA
imagem - Alexandre Bonacini
CHEGANDO
imagem - Alexandre Bonacini
POUSADA
imagem - Alexandre Bonacini
MONUMENTO
imagem - Alexandre Bonacini
EM LUQUINHA
imagem - Carlos A. Serafim
AVENIDA CENTRAL
imagem - Alexandre Bonacini
AVENIDA 
imagem - Alexandre Bonacini
OLHE OS BELOS CASARÕES
imagem - Alexandre Bonacini
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O RIO GRANDE
imagem - Wikipédia
ÁGUAS DA REPRESA
imagem - Auro Queiroz
AS MARGENS DO RIO GRANDE
imagem - Carlos A. Serafim
A BALSA
imagem - Émerson F. M. Rodrigues
PORTO DA BALSA
imagem - Alexandre Bonacini
POUSADA
imagem - Auro Queiroz
ENTORNO DA CIDADE
imagem - Auro Queiroz
REPRESA PEIXOTO
imagem - Alexandre Bonacini
RANCHOS NA REGIÃO
imagem - Alexandre Bonacini
VALE E SERRA DA BABILÔNIA
Uma das regiões mais bonitas e isoladas da Serra da Canastra o Vale da Babilônia possui inúmeras cachoeiras pouco exploradas, pois a região é de difícil acesso e indicado para veículos tracionados ou motos estilo trail.
O local é ponto de passagem obrigatório para quem vai de Delfinópolis para a Casca D´anta pela Serra Branca.
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TRILHEIROS NA SERRA DA GURITA
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imagem - Carlos A. Serafim
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AGUARDANDO A BALSA
imagem - Émerson F. M. Rodrigues
imagem - Carlos A. Serafim
PORTO
imagem - Alexandre Bonacini
ESTÂNCIA GIRASSOL
imagem - Alexandre Bonacini
SERRA DA CANASTRA
imagem - Carlos A. Serafim
ESTE EH O BRASÃO DA CIDADE