quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

PIRAPORA / PORTAL DO RIO SÃO FRANCISCO



















BEM VINDO A CIDADE DE PIRAPORA. A CIDADE PROGRESSO
imagem - Jadir F.
 
PIRAPORA TEM 53.368 HABITANTES - IBGE 2010 -
QUEM NASCE EM PIRAPORA EH: PIRAPORENSE
A CIDADE FAZ ANIVERSÁRIO EM 01 DE JUNHO E FOI EMANCIPADA EM 1.912
ORIGEM DO NOME 
O topônimo de origem tupi significa “salto de peixe” ou “onde o peixe salta” - pira (peixe) e poré (salto).
HISTÓRIA

O São Francisco foi, durante o ciclo da mineração, importante meio de transporte para o abastecimento da região das minas. As mercadorias saíam da Bahia subindo o rio e, quando terminava o trecho navegável, seguiam por terra até os centros mineradores. A cidade nasceu justamente no ponto da baldeação, na margem direita do rio, a jusante da cachoeira de Pirapora.
Parte da tribo dos índios Cariris, em época remota, teria subido o Rio São Francisco. Movida pelo temor à aproximação dos brancos pelo litoral brasileiro e acossada pelas tribos vizinhas. Aportando na área hoje compreendida pelo município de Pirapora, fixaram-se defronte à corredeira, estabelecendo sua aldeia justamente no local onde atualmente situa-se a Praça Cariris, Centro. Foram sucessivamente chegando à localidade alguns poucos garimpeiros, pescadores, pequenos criadores de gado e aventureiros que, residindo em casinhas de enchimento, cobertas de palha de buriti, construídas segundo a influência indígena, se dedicavam às diversas atividades.
Em 1894, chegou ao local Joaquim Lúcio Cardoso e ali instalou armazéns para compra de algodão e venda de tecidos das fábricas dos Irmãos Mascarilhas, encontrando apenas, no então povoado de São Gonçalo de Pirapora, uma população ribeirinha de pescadores. Durante vários anos lutou aquele comerciante para conseguir a aportagem, em Pirapora, dos navios que já trafegavam no médio São Francisco. Atingido, finalmente, o objetivo, o Porto de Pirapora ficou aberto à navegação regular. Outro fator relevante para o desenvolvimento local foi a chegada dos trilhos da Estrada de Ferro Central do Brasil. A estação ferroviária foi inaugurada a 28 de maio de 1910.
AQUI O AEROPORTO DA CIDADE
imagem - Jadir F.
UMA EMPRESA
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ÁREA DE CAMPING
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CENTRO DE CONVENÇÕES
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CRECHE MUNICIPAL
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ESTAÇÃO FERROVIÁRIA
Inaugurado em 28 de maio de 1910, o prédio da Estação Ferroviária da Central do Brasil foi construído pelo engenheiro Demóstenes Rockert, estando edificado no terreno da antiga Fazenda Nova Estância. Doado pelo Coronel Caetano Mascarenhas, fazendo divisa à direita com a Rua Bahia, à esquerda com a Rua Reinaldo Guerra, frente com a Rua Major Santiago e fundos com o antigo terreno da Cia. Minasligas.
O prédio foi construído com o objetivo de sediar a administração do ramal ferroviário que havia sido implantado em Pirapora.
Visitar o prédio da Estação Ferroviária é fazer uma viagem de volta ao tempo em que o transporte ferroviário, juntamente com o hidroviário, ligava os habitantes das regiões Nordeste e Sudeste, via Pirapora.
imagem - PMP
imagem - Samuel Marcos
MATRIZ DE SÃO SEBASTIÃO
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CONHEÇA AGORA UM POUCO MAIS DA CIDADE DE PIRAPORA
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imagem - Tino Koschinski
imagem - Gilberto Brito
imagem - Gilberto Brito
 imagem - José Gustavo A. Murta
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imagem - Arthur Freer
imagem - Gilberto Brito
imagem - Davidson Araújo
imagem - Lui de Zezin
imagem - PMP
imagem - Jadir F.
ORELHÃO
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VAPOR GUIMARÃES
Construído em 1913, nos EUA, pela empresa James Rees & Com., o Vapor Benjamim Guimarães navegou no rio Mississipi e, posteriormente, em rios da Bacia Amazônica. Na segunda metade da década de 20, a firma Júlio Guimarães adquiriu a embarcação e a montou no porto de Pirapora, recebendo o nome de "Benjamim Guimarães", uma homenagem ao patriarca da família proprietária da firma. A partir de então o vapor passou a realizar contínuas viagens ao longo do Rio São Francisco e em alguns dos seus afluentes.
O Benjamim Guimarães possui três pisos: no primeiro, encontra-se a casa de máquinas, caldeira, banheiros e uma área para abrigar passageiros. No segundo, estão instalados 14 camarotes e no terceiro, um bar e área coberta. O Benjamim Guimarães é o último exemplar movido a lenha existente no mundo. Tem capacidade para 140 pessoas, entre tripulantes e passageiros e consome 01 m³ de lenha por hora. De acordo com as normas de segurança da Marinha, nas atuais condições em que se encontra, o Vapor está autorizado a navegar na chamada área 01: rio, lago e correnteza que não tenham ondas ou ventos fortes.
   Hoje, o Benjamim Guimarães faz rotineiramente passeios públicos aos domingos, a partir das 9 horas, sempre lotado de turistas, principalmente. Passeios esporádicos são feitos também aos sábados e durante os dias da semana, conforme contratos de aluguel que são feitos com empresas e agências de viagens, tornando-se um dos principais atrativos turísticos de toda a região do Norte de Minas.
imagem -  Pedro Rezende
imagem - Montanha
imagem - PMP

PONTE MARECHAL HERMES
Nas primeiras viagens dos trens da Central do Brasil, em 1910, os vagões de carga trouxeram um considerável volume de material para a construção de uma ponte sobre o Rio São Francisco.
A construção da ponte estava vinculada ao antigo projeto de ligar por ferrovia o Rio de Janeiro a Belém do Pará
A Ponte Marechal Hermes – “Ponte Velha”, tem 694 metros de comprimento em 14 vãos, sendo os 10 centrais de 55 metros e os 04 marginais de 36 metros cada. A sua largura total é de 8 metros, com 02 passeios laterais de 02 metros de largura. Seu peso é de 723 toneladas. Atualmente, a ponte é utilizada para o tráfego de veículos, de ciclistas e de pedestres, local de onde pode ser contemplada a beleza natural do “Velho Chico”.
imagem - PMP
imagem - Pedro Rezende
imagem - Paulo Noronha
imagem - José Gustavo A. Murta
CARRANCAS
A presença de carrancas nas embarcações do São Francisco surgiu a pouco mais de um século. Pois datam de 1888 as primeiras referências a elas, em obras de Antônio Alves Câmara e de Durval Vieira de Aguiar.
A origem das carrancas parece ter por base interesses eminentemente comercial.  
Os carranqueiros de Pirapora perpetuam, através da arte de talhar a madeira, a história e a cultura dos povos ribeirinhos. As carrancas confeccionadas no município transmitem a singularidade do folclore barranqueiro e é levado a todos os cantos do mundo pelo barco "Calypso" do cientista Jackes Cousteau (in-memória) que, em uma de suas expedições ao Brasil, adquiriu uma carranca confeccionada por Davi José Miranda Filho – “Mestre Davi”.
A sobrevivência da arte carranqueira em Pirapora é preservada pelos artistas da Casa do Artesão Raimundo Boaventura Leite – “Dedeco”, instalada na Av. Jefferson Gitirana, Bairro Santos Dumont, local em que os turistas encontrarão carrancas, figuras de animais, santos e outros objetos de madeira.
imagem - PMP
imagem - PMP
imagem - Montanha

CACHOEIRAS
Do outro lado do rio São Francisco, em sua margem esquerda, Pirapora oferece aos turistas, principalmente, uma série de cachoeiras espetaculares para momentos de intenso lazer e entretenimento. São quedas d’águas de rara beleza, algumas delas com mais de 30 metros de altura, incrustradas em áreas onde bonitas veredas tornam-se também cartão postal para turistas. O rio São Francisco com suas corredeiras, além dos rios do Sono, Paracatu, Formoso e as belas e cinematográficas cachoeiras distribuídas em áreas próximas convidam especialmente os amantes do turismo ecológico. Sem contar que o turismo rural ainda oferece belos passeios a cavalo e/ou caminhadas por trilhas, visitando veredas e cachoeiras e também outros pontos turísticos do vizinho município de Buritizeiro. Todo esse potencial faz da região de Pirapora um belo convite àqueles que querem se divertir através do ecoturismo e registrar com fotos momentos de intensa beleza natural.
imagem - Jadir F.
imagem - Jadir F.
imagem - PMP

RIO SÃO FRANCISCO
O São Francisco conduz em seu leito um universo de informações preciosas sobre a história do Brasil, protagonizada por índios, tropeiros, mineradores, bandeirantes, salteadores, remeiros e ribeirinhos. No passado, era do grande rio que os índios tiravam seu sustento e construíam sua cultura. As marcas destes tempos pré-históricos ficaram registradas por toda à parte, em vários sítios arqueológicos como nas cavernas do Vale do Peruaçu - em Januária, ou no Cemitério da Caixa d´Água, na vizinha cidade de Buritizeiro. Tudo isso em meio a uma paisagem rica e diversificada que, embora ameaçada, ainda se encontra protegida em alguns parques e reservas ecológicas.
imagem - Jadir F.
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ESTE EH O BRASÃO DO MUNICÍPIO



ORIZÂNIA / AOS PÉS DE SÃO PEDRO






















BEM VINDO A CIDADE DE ORIZÂNIA. RODEADA POR MONTANHAS.
imagem - Daniela Herdy Pedrosa
ORIZÂNIA TEM 7.284 HABITANTES - IBGE 2010 -
QUEM NASCE EM ORIZÂNIA EH: ORIZANENSE
A CIDADE FAZ ANIVERSÁRIO EM 01 DE JANEIRO E FOI EMANCIPADA EM 1.997
ORIGEM DO NOME
Seu primeiro nome foi São Sebastião do Alto Carangola, denominação esta alterada, mais tarde, para Alto de Carangola. Em 1943 passou a serchamado de distrito de Arrozal e, por último, distrito de Orizânia. 
O topônimo Orizânia é baseado na palavra latina oryza, ae: arroz. Com o acréscimo de -ânia pretende significar "terra do arroz". 
Esta denominação se deve ao nome científico do arroz - oryza-stiva - planta da família das gramíneas, cujo fruto é muitíssimo utilizado na alimentação humana e, outrora, cultivado em grande escala em seu território, sendo a principal fonte de trabalho e renda da população local.
HISTÓRIA
A origem do atual município data de meados do século XIX.
Em torno da Igreja de São Sebastião cresceu a vila que se tornou o atual município de Orizânia, tendo o antigo juntamento de casa que se traduzia no incipiente centro urbano até o final do século XIX se desconstituído, mantendo-se até hoje o nome de Santo Antônio do Arrozal. O despovoamento de Santo Antônio do Arrozal, que fica há cerca de 2 km do atual centro do município, deu lugar ao surgimento de um novo centro urbano. A Vila foi então denominada Alto Carangola, e, depois, Arrozal. Em 1890 o ex-povoado foi elevada a distrito, mas pertencendo ao Município de Manhuaçu. No ano seguinte, 1891, foi transferido para o Município de Carangola. Vários foram seus nomes até chegar ao atual.
Outrora Orizânia foi conhecido como Quilombo. Poucos são os registros escritos sobre a denominação de Quilombo, mas a história oral registra que nas montanhas onde nasce o rio Carangola viviam escravos fugidios e ex-escravos alforriados ou libertos.
Dentre os poucos registros que consignam o primeiro nome do lugar está à obra publicada postumamente de Antônio de Souza Costa.
AQUI A CAPELA DE SANTA RITA
imagem - SG Trangel
IGREJA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO APARECIDA
imagem - SG Trangel
IGREJA DO BOM JESUS
imagem - SG Trangel
MATRIZ DE SÃO SEBASTIÃO
imagem - Vicente A. Queiroz
CONHEÇA AGORA UM POUCO MAIS DA CIDADE DE ORIZÂNIA
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imagem - SG Trangel
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imagem - Sérgio C.
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imagem - Sérgio C.
imagem - Sérgio C.
imagem - Sérgio C.
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imagem - Sérgio C.
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ESCOLA MUNICIPAL
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SEDE DO PODER EXECUTIVO - PREFEITURA -
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CASA NA ZONA RURAL
imagem - Salete Alves de Sousa
PEDRA SÃO PEDRO
imagem - Salete Alves de Sousa
imagem - Salete Alves de Sousa
ENTORNO
imagem - Salete Alves de Sousa
ZONA RUAL
imagem - Salete Alves de Sousa
imagem - Salete Alves de Sousa
THYMONTHY BECKER COMUNICAÇÃO